Funcionários públicos perdem últimas regalias. Na reforma, no trabalho para toda a vida e até mesmo nas carreiras especiais
O Estado não vai fechar nem falir, mas as reestruturações estão à
porta, à semelhança do que tem vindo a acontecer no sector privado desde
a crise do Lehman Brothers, em 2008. E a receita é cada vez mais
idêntica: rescisões amigáveis, cortes permanentes nos salários e maior
mobilidade.
Para já está em marcha um novo ajustamento salarial no Estado que
inclui não só as empresas que giram na órbita pública e que já integram
as contas nacionais como uma diminuição do fosso salarial entre as
carreiras especiais e gerais na função pública. Tudo para compensar os
cortes impostos pelo Tribunal Constitucional (TC) a quatro normas do
Orçamento do Estado (OE) para este ano.
Estão nestes casos os vencimentos dos docentes universitários
(incluindo reitores, vice-reitores, professores catedráticos,
professores associados com agregação, professores auxiliares e
leitores), os docentes do ensino superior politécnico, os médicos,
enfermeiros, polícias, incluindo Guarda Nacional Republicana (GNR),
militares dos três ramos das forças armadas, juízes e pessoal dirigente,
entre muitas outras.
In: ionline
15/04/2013
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